Gritos perdidos no silencio dos ecos de vidro
Que estilhaçam numa chuva de angustia,
Isolada num tempo imaturo que brinca com os nós da vida,
Atando e desatando, construindo e desconstruindo.
Doce sonho que evapora de um mar de lágrimas
Imaginado pela fraca dor que se perde no nada e em nada se torna,
Ocupando todo o coração invadindo o de um vazio, que a razão perde.
O som encontrado de um rumor procurando desfalece na alma, cuja melodia se extingue,
Como fogo gélido no inverno, sinfonia de sonhos!



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